segunda-feira, 25 de abril de 2016

ADVOGADO ( ADVOGADOS ) TRABALHISTAS DE ROLÂNDIA - PR. TELEFONES


LUCAS FERNANDO DA SILVA


FONE 3016-2995

ROLÂNDIA - PR.

REMÉDIOS NATURAIS CONTRA A DIABETES ( GLICEMIA )

MELHORCOMSAUDE.COM

Tratamento natural para o diabetes do tipo II

A diabetes tipo 2 é uma doença que afeta a forma como o corpo usa a glicose; o pâncreas produz insulina, mas ele não funciona como deveria, e isso faz com que os níveis de açúcar subam muito.

No entanto, com dicas simples e alguns suplementos alimentares naturais, muitas pessoas conseguiram ir regulando os níveis de glicose naturalmente.
Alimentos recomendados
Stévia rebaudiana é o primeiro alimento que devemos considerar. Esta planta de origem paraguaia tem demonstrado excelentes resultados não só como um adoçante natural sem calorias, mas por suas muitas propriedades, a primeira das quais é a de regular os níveis de glicose. Podemos tomar três infusões diárias ou diretamente em comprimidos. É fundamental que seja extrato puro, escuro, e não um adoçante refinado que você remove as propriedades.


A canela melhora os níveis de glicose e lipídios. Podemos tomar em comprimido ou consumir habitualmente nas refeições, chá, cozidos com bebida vegetal…
Levedura de cerveja: contém cromo, regulador de nível açúcar.
Agrião fresco: também contêm cromo.
Ervilha fresca, que atua como uma insulina vegetal.
A bebida vegetal de avelã é deliciosa e contém fibra solúvel que regula a absorção de açúcares.
A aveia regula os níveis de açúcar no sangue.
Saladas de alho, cebola e cenoura.
São indispensáveis carboidratos de grãos integral. Podemos comer arroz integral três vezes por semana.
A fibra solúvel (existente em alimentos como aveia, cevada, frutas, verduras ou legumes) atrasa a digestão e absorção dos hidratos de carbono, reduzindo o aumento da glicose no sangue que ocorre após a ingestão e a resposta de insulina. Isso pode ajudar as pessoas com diabetes a ter um melhor controle glicêmico.
Água de côco natural com ação hipoglicemiante.
Cogumelos Reishi, maitake e shiitake, reguladores dos níveis de glicose e com muitas mais vantagens para nosso corpo.

7 CASOS MAIS INTRIGANTES DE OVNIS ( DISCOS VOADORES ) DO PLANETA


www.megacurioso.com.br

1 – O episódio de Washington

Fonte da imagem: Reprodução/Smashing Lists

Ocorrido em 1952 na capital norte-americana, sete objetos voadores não identificados foram detectados primeiro através de radares. As supostas espaçonaves foram vistas durante finais de semana consecutivos na cidade e inclusive foram fotografadas diversas vezes. De acordo com os relatos, os objetos apresentavam uma formação bem atípica e despertaram rumores sobre uma iminente invasão.

Mais tarde, a Força Aérea norte-americana explicou que o fenômeno havia sido provocado por uma inversão térmica, na qual uma camada de ar quente e úmido cobriu uma camada de ar frio e seco que se encontrava mais próxima do solo, fazendo com que os sinais dos radares fossem desviados e realizassem leituras bizarras. Achou a explicação convincente?
2 – Perseguição aérea em São Paulo

Fonte da imagem: pixabay

Em 1986, cerca de 20 OVNIs foram detectados por radares sobre a cidade de São Paulo, provocando uma mobilização militar que resultou no envio de cinco jatos para interceptar os objetos. No entanto, as supostas espaçonaves desaparecem rapidamente — tanto da vista dos pilotos como dos radares —, deixando muita gente perplexa sobre o que estava acontecendo.

A explicação encontrada para a “invasão” foi dada pelo pesquisador britânico Geoffrey Perry, que acredita que os objetos não passavam de escombros da estação espacial russa Salyut-7, que reentraram a atmosfera terrestre sobre a região centro-oeste do Brasil. São Paulo fica em qual região mesmo? Hmm...
3 – Visitas na Bélgica

Fonte da imagem: Reprodução/Switched

Os famosos avistamentos na Bélgica duraram vários meses — de novembro de 1989 a abril de 1990 —, e mais de 140 relatos foram registrados apenas durante a primeira aparição! Os objetos foram detectados por radar pela Força Aérea belga e foram descritos como enormes triângulos negros equipados com luzes brilhantes que mudavam frequentemente de cor.

Embora as próprias autoridades belgas não tenham conseguido chegar a uma conclusão sobre o caso até hoje, Renaud Leclet, um conhecido ufólogo francês, acredita que as supostas espaçonaves fossem helicópteros.
4 – A Batalha de Los Angeles

Fonte da imagem: Reprodução/io9

Esse episódio já foi comentado aqui no Mega Curioso, em uma matéria sobre alguns eventos misteriosos que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial. Tudo aconteceu em 1942, quando um objeto não identificado foi avistado sobrevoando Hollywood. Acontece que o ataque a Pearl Harbor havia ocorrido apenas alguns meses antes, e os norte-americanos estavam em um compreensível estado de apreensão.

Acreditando se tratar de mais um ataque japonês, os militares decidiram iluminar o céu com canhões de luz, que acabaram sendo confundidos com mais invasores ainda. Uma bateria antiaérea foi disparada, e o “enfrentamento” — que durou vários dias — ficou conhecido como A Batalha de Los Angeles.

Contudo, nenhuma nave inimiga foi abatida, e os nipônicos negaram veementemente ter enviado caças para aquela área. A versão oficial é de que o objeto não identificado não passava de um balão meteorológico, mas o fato de que os enfrentamentos tenham durado vários dias contra esse inimigo inofensivo sempre deixou uma grande dúvida no ar.
5 – Turismo alienígena em Londres






Outro avistamento famoso — do qual existem inúmeros registros em vídeo no YouTube — foi o que ocorreu em Londres em 2011. Como você pode ver nas imagens acima, diversos objetos circulares foram vistos voando próximo à Torre de Londres, um importante e muito visitado ponto turístico da capital inglesa.

Apesar da existência de diferentes vídeos e dos relatos de incontáveis testemunhas, os especialistas garantem que os objetos filmados — luzes brilhantes de aspecto circular — são os mais fáceis de reproduzir, portanto as aparições na capital inglesa foram consideradas como mais uma farsa.
6 – Turquia






Os avistamentos na Turquia ocorreram durante vários meses em 2008, e os vídeos disponíveis são considerados por muitos entusiastas como as mais importantes imagens de um OVNI de todos os tempos. O objeto foi visto próximo à capital do país, Ankara, e quem capturou as imagens foi um guarda do Complexo Yenikent, embora inúmeras testemunhas confirmem ter presenciado as aparições.

Embora um importante centro de pesquisas em ufologia tenha atestado a veracidade do material, cientistas turcos acreditam que os filmes não passam de animações criadas por computador. O que você acha?
7 – Roswell

Fonte da imagem: Reprodução/Smashing Lists

Provavelmente o mais famoso evento envolvendo OVNIs de todos os tempos, o episódio de Roswell, no Novo México, ocorreu em 1947, e até hoje milhares de pessoas visitam a área. Segundo os relatos, um disco voador caiu em um rancho da região, e inúmeros soldados de uma base militar localizada na cidade foram vistos recolhendo todos os vestígios da queda.

Os primeiros relatórios chegaram a confirmar o que foi divulgado pela mídia, porém, mais tarde, as autoridades negaram que os destroços minuciosamente reunidos fossem de uma espaçonave. A versão oficial é a de que o objeto não passava de um equipamento de vigilância utilizado em operações secretas, mas a explicação não colou, e até hoje se acredita que o material coletado — e mantido em segredo pelo governo — era de origem extraterrestre.
FONTE(S) 
IMAGEN(S) 
LEITOR COLABORADOR VINICIUS EGEA
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segredos para fazer um hambúrguer perfeito

Redação Bonde - 22/04/2016 

Não tem como negar: fim de semana combina com sanduíche. Mas, apesar da onda crescente de sanduicherias, hamburguerias e festivais gastronômicos, há quem não abra mão de preparar pessoalmente o lanche da família. E se você é um destes 'chefs', não pode perder o especial desta semana, com 13 receitas de hambúrguer e dicas espertas para fazer sanduíches originais e cheios de sabor. Tem até opções vegetarianas. 

Fazer um hambúrguer em casa parece uma missão simples, mas não é bem assim. Quem pensa que preparar a iguaria é apenas unir a carne da preferência com temperos a gosto está enganado. Para um sanduíche cheio de sabor, e de dar água na boca, é preciso escolher os ingredientes certos. A rapidez e facilidade no preparo não deixa de fora os cuidados especiais. 

O primeiro passo para ter um sanduíche rico em sabor é escolher os ingredientes certos, assim como a forma de prepará-los. A começar pela carne escolhida na hora de fazer o hambúrguer artesanal. Pode ser fraldinha, alcatra, contrafilé, file mignon ou picanha - e até frango, pernil ou carne de cordeiro. O importante é estar fresca e ser finamente moída. O tomate cortado em rodelas, o alface fresco, o queijo levemente derretido, garantem ainda mais sabor ao hambúrguer. 

História 

As pesquisas sobre comida indicam que o hambúrguer, como conhecemos hoje, é descendente direto de uma necessidade: conservar a carne. Muito antigamente, quando ninguém sonhava com fast food, picar e temperar era um jeito de preservar a carne para suportar longas distâncias em viagens, por exemplo. Por volta dos séculos XVI e XVII, essas técnicas começam a ganhar contornos mais parecidos com os que conhecemos hoje. 

O sanduíche de hambúrguer, produto da culinária germano-americana, só tomou forma no século XX, quando surgiram as primeiras redes de lanchonetes de hambúrguer, depois imitadas por quase todo mundo. Desde o sistema White Castle, estabelecido em 1964, até a revolução das empresas alimentícias Burger King e Mc Donald's, o sanduíche de hambúrguer consolidou-se como uma invenção americana. E símbolo do fast food. 

Reprodução
Reprodução


Dicas para fazer um hambúrguer perfeito 

Os chefs Benny Novak, do 210 Diner, e Bruno Fischetti, da hamburgueria PJ Clarke's, ambos de São Paulo, listaram dez dicas para quem quer fazer um hambúrguer perfeito em casa. Anote: 

1.Ingredientes 

O hambúrguer suculento e macio não incorpora ovo, farinha ou outro produto. Só carne. É preciso certificar-se que a carne seja moída na hora, que a máquina de moer esteja limpa e sem sobras de outras peças. 

2. Como dar liga à carne 

A gordura ajuda a modelar e dar firmeza ao hambúrguer, além de irrigar e dar sabor à carne durante o cozimento. A proporção varia de acordo com o gosto do freguês, mas não deve ser superior a 20% ou inferior a 15% ou 10% do peso da carne, para os mais moderados. 

3. Tipo de carne 

O ideal é escolher uma carne bem vermelha, com quantidade de gordura razoável para equilibrar o sabor no cozimento. O que vale é a qualidade da carne, o frescor e a procedência. 

4. Temperos 

Cebola, salsinha, alho e pimentas variadas são ingredientes que muitas pessoas gostam de somar à carne moída. Porém, usar apenas sal e, se for do gosto, uma pitada de pimenta-do-reino já é suficiente. A orientação geral é colocar o tempero sobre o hambúrguer só na hora de chapear, grelhar ou fritar. Temperar antes pode desidratar a carne. 

5. Tamanho 

O tamanho do hambúrguer depende da preferência, mas ele interfere na textura, na suculência e, óbvio, na aparência do lanche. Um disco muito fino pode ficar duro e cozido além da conta. Os especialistas indicam algo em torno de 160 gramas e 250 gramas, com altura de altura de 1,5 centímetro e diâmetro de 10 centímetros. Numa frigideira caseira o ideal é apostar em uma porção de 160 gramas, já que o fogo não é tão potente quanto o das casas especializadas. 

6. Chapa, frigideira ou grelha 

O tipo de cozimento é um dos principais pontos que diferenciam os hambúrgueres. A chapa, por exemplo, tem o mesmo processo de cozimento que a frigideira, mas com uma pequena diferença: a temperatura. A chapa retém mais calor e chega a graus bem mais altos que a panela caseira, o que permite selar (tostar as superfícies, sem cozinhar internamente) com mais facilidade. Já a grelha tem como diferencial o sabor característico defumado que a brasa empresta à carne. De modo geral, discos mais altos ficam melhores na grelha e os mais finos na chapa ou frigideira, já que a água da carne se solta na superfície e pode cozinhar a em vez de tostar. A dica aqui é usar em casa aquelas grelhas ou chapas para fogão. 

7. O ponto do hambúrguer 

Quando a carne passa do ponto, ela perde em sabor e textura. A sugestão para que o produto não mantenha a umidade é chapear, grelhar ou fritar em no máximo 10 minutos, cinco para cada lado do disco. 

8. Pão 

Ciabata ou pão italiano combinados a uma boa mussarela de búfala, um suculento tomate e algumas folhas de rúcula formam uma saborosa combinação. Mas se a idéia é apostar no tradicional, o pão estilo americano, redondo e fofo, e que tem mais milho na receita, oferece um sabor mais adocicado que casa direitinho com a carne e o queijo. Também é importante que o pão esteja fresco e quente. A dica é passá-lo na chapa para tostar a superfície que ficará em contato com a carne. Como o centro da carne (principalmente as mal passadas) solta umidade depois do preparo, é indicado deixar que ela descanse antes de colocar no pão. Isso evita que ele fique molhado e desmanche na mão na hora de comer. (Com informações do IG) 

domingo, 24 de abril de 2016

proteínas da dieta vegana

Quais são as principais 

Redação Bonde - 22/04/2016 -

Cada vez mais a dieta vegana está em pauta. Celebridades já se renderam ao estilo de alimentação que não usa nenhum alimento de origem animal, apenas vegetal. Se está querendo aderir à dieta vegana esqueça carnes vermelhas, frango, ovos, leite, queijos e até roupas de couro e pele de animais. 

Mas uma nova questão entra em vigor quando falamos de restrição destes alimentos: como repor as proteínas do corpo? 

"Todo indivíduo vegano necessita de uma atenção extra sobre a ingestão de proteínas , principalmente os praticantes de atividades físicas (fitness), que tem como objetivo o ganho de massa muscular. Nutricionalmente, é importante variar a alimentação ao máximo para que a ingestão de aminoácidos seja completa", afirma a nutricionista Andréa Marim ao site Caras. 

Divulgação
Divulgação


Para quem segue este tipo de alimentação, a expert afirma que 2 tipos de preoteinas são as mais completas. 

"Atualmente descobriu-se que podemos obter aminoácidos essenciais não somente nas fontes animais mas também através de fontes vegetais como a quinoa real, que é um cereal oriundo da Cordilheira dos Andes, considerado fonte protéica de boa qualidade nutricional muito rica em aminoácidos essenciais, por esse motivo os veganos devem ingerir bastante quinoa. Além disso, tem a proteína da soja, com valor próximo ao das proteínas animais. Tofu e leite de soja, por exemplo, podem trazer estes benefícios", afirma a expert. 

Confira outros alimentos ricos em proteína para você que não come fontes animais. 

Cogumelos: A variedade deles atende a todos os gostos: paris, shitake, shimeji, funghi... Para entender melhor o poder deles, a nutróloga Tamara Mazaracki faz uma revelação: 100 gramas de cogumelo pronto (já sem a água) tem a mesma quantidade de proteína que um pedaço de 100 gramas de carne vermelha. "Qualquer tipo de cogumelo pode ser consumido de duas a três vezes por semana, pois, além das proteínas, também contém nutrientes que estimulam o desenvolvimento do sistema imunológico", explica Tamara. Mas evite consumi-los regados no molho shoyo, que é rico em sódio, um mineral que pode provocar retenção de líquido e ainda favorecer a hipertensão. 

Grãos: O Ministério da Saúde recomenda o consumo de cerca de 100 gramas de carne por dia. A quantidade é pequena, considerando o hábito dos brasileiros, que costumam ser fãs do alimento. Por isso, na hora de substituir a carne, consumir grãos de vários tipos ajuda a sustentar uma alimentação rica em proteínas. "Arroz e feijão, por exemplo, é uma ótima combinação proteica, mas também dá para variar o cardápio com lentilhas, ervilhas, milho e muitos outros", enumera a nutróloga Tamara Mazaracki. 

Além de deixar o prato mais gostoso e rico em proteínas, os grãos são ricos em fibras, o que melhora a digestão, e também despertam a saciedade, o que fará você comer menos em uma refeição. Com essa variedade, também é mais fácil suprir, além da proteína, outros aminoácidos essenciais que o corpo não produz. 

Quinua: Entre os grãos, a quinua merece destaque. Com altíssimo teor de proteína, ela é também muito versátil: pode ser consumida em flocos no suco ou no iogurte e a semente pode ser cozida e consumida em substituição ao arroz ou até mesmo complementando outros grãos. "Uma boa dica são as massas à base de quinua: diferente das feitas de trigo, são também muito gostosas e uma forma inteligente de variar o cardápio", indica a nutricionista Tamara Mazaracki. Outra notícia interessante é que o grão não possui contraindicações, então pode ser consumida por qualquer pessoa. 

Soja e edamame: Quando o assunto é vegetarianismo, é quase impossível não se lembrar da soja. Muitas vezes usada como um simulador da carne, ela pode aparecer em diferentes formatos. Mas o recomendado é consumi-la apenas uma vez por semana. A soja deve ser deixada de molho um dia antes do consumo, e bem cozida, assim são preservados seus nutrientes e as proteínas. "Por ser muito rica em isoflavona, hormônio que é semelhante ao estrogênio, ela não precisa ser consumida em grandes quantidades a não ser por mulheres na menopausa", explica a nutróloga Tamara Mazaracki. Como este é um hormônio feminino, o consumo excessivo (comer mais de uma porção por dia) pode estimular as características femininas nas crianças e homens. 

Se a soja deve ser consumida com moderação, o mesmo não se pode dizer sobre o seu broto. O edamame (a soja em sua forma mais 'jovem') é rico em proteína e minerais e tem pouca isoflavona. Segundo a nutróloga, "este é o melhor de todos os brotos, e sua vagem pode ser consumida várias vezes por semana". Ele preserva os nutrientes tanto crua quanto no vapor. O interessante é que fique um pouco crocante, para que seus nutrientes e a proteína sejam preservados. 

Brotos: Não faltam opções entre os brotos: girassol, alfafa e feijão estão entre eles. "O broto é um alimento jovem, cheio de energia vital, e faz muito bem em qualquer tipo de dieta", revela a especialista Tamara Mazaracki. Porém, é importante saber que ele sempre deve ser consumido cru, porque algumas vitaminas são desnaturadas durante o cozimento. Eles podem ser consumidos em saladas e sanduíches com outros ingredientes saudáveis. Que tal combinar com queijo branco e pedaços de ovo cozido, por exemplo? 

Não importa o tipo do broto; todos são repletos de vitaminas do complexo B, importante para metabolizar carboidratos e gorduras, fortalecer o sistema nervoso e ajudar na produção de sangue. "A clorofila presente nos brotos também é ótima, porque é cheia de magnésio e tem ação antioxidante que ajuda a desintoxicar o organismo", reforça a nutróloga Tamara. 

Sementes: Alguns alimentos são mais bem aproveitados pelo corpo quando consumidos crus. Esse é o caso de muitas sementes, e a chia é uma das mais conhecidas. "Ela é cheia de proteína e cálcio, e tem muito ômega-3, que protege o coração", explica a nutróloga. Este último é muito importante para os vegetarianos, já que não consomem peixe, uma das maiores fontes de ômega-3 na natureza. Além desses nutrientes, a chia também possui gorduras com ação anti-inflamatória. 

Sementes de abóbora e girassol, amêndoas e pistache, além de conhecidas fontes de gordura, ajudam a incluir proteínas na dieta vegetariana. Elas também são muito ricas em potássio e magnésio, mas preste atenção: nada de consumi-las na versão industrializada e cheia de sal. Nesse formato ela tem muito sódio e, consumida em excesso, pode favorecer a hipertensão. 

(com informações do site Minha Vida e Caras)