terça-feira, 29 de abril de 2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A MAIOR PIZZA DO MUNDO

a foto de VR-Zone.

Feeling hungry anyone?

FOTOS DA FAZENDA BIMINI ROLÂNDIA STEIDLE


Obrigado por tantas imagens incríveis que às vezes nos passam despercebidas... Pelo olhar do outro podemos aprender a nos comunicar melhor... A arte a seviço do "melhorar a convivência humana" Grandes abraços, Daniel e turma
FLAVIO_CONCEICAO

ZONA RURAL DA REGIÃO DO KM 7 E SÃO MARTINHOS PEDEM SOCORRO

Olá José Carlos,

Manuel, (meu irmão) lá de Floripa, escreveu: "O Rural e a Cidade se completam. Vamos entender juntos que sem rural e natureza a cidade e a indústria não funcionam. Abraços!"

Ontem em área rural ao longo da PR 170 entre Rolândia e São Martinho, a histórica “Estrada da Fartura Verde”, fotógrafos de Maringá, Apucarana, Arapongas e Londrina registraram a cena da animada campanha: MANTENHA RURAL A PR 170.

Precisamos de você, da sua experiência, do seu carinho com o meio...
Veja abaixo recurta (20 min.) sobre o problema da PR 170 continua atual...


Abaixo sobre a “ESPECULAÇÃO” em Rolândia e parecer da UEL do dia 24 de abril de 2014.

Depoimento de membro do COMDEMA:
“Esta mudança de zoneamento que estsumo e a "monção" que professores da UEL fizeram...
São estes pequenos gestos que podem fazer a GRANDE diferença...
Quem sabe você também consegue colocar algo no papel e mandar para nós sobre a importância de se manter livre, de indústria de qualquer natureza, os espigões, "o começo do caminho das águas"!
Faz mais de um ano... e o ão propondo como vc mesmo disse, também acho que é para atender interesses pessoais. Vi pelos jornais que 5 indústrias já compraram terras naquela região há muita coincidência ai... vc já chegou a verificar no site do IAP se tem alguma licença concedida? No site é possível pesquisar todas as licenças concedidas para Rolândia só clicar no link Transparência Pública”. 
Quais são estas empresas?
O plano diretor de Rolândia deixa bem claro que a PR 170 é rural... Agora qualquer um pode chegar, pagar o triplo pela terra e depois pressionar para mudança de zoneamento???
O que acontece com os investimentos de pessoas que ali vivem (que não são especuladores) e que há décadas, as duras custas, estão promovendo o município?
E tem a questão água... Rolândia acaba de receber 15 milhões de reais para a piscicultura (que também pode poluir), mas que depende de água limpa...
O problema poderia ser só nosso de Rolândia, da gente se entender com o prefeito e os vereadores...
MAS O PROBLEMA É REGIONAL! DEPOIS DESTE ESCÂNDALO DA "EMPRESA (SANEPAR) QUE MAIS POLUI (RIOS) NO PARANÁ", DAS FALTAS DE ÁGUA, DA EMINENTE CRISE ENERGÉTICA... NÃO DÁ PARA INDUSTRIALIZAR + 1 IMPORTANTE ESPIGÃO...
QUE A PREFEITURA E ESTES 5 EMPRESÁRIOS SEJAM ORIENTADOS.


ROLÂNDIA - DR.FRANCISCONI ANALISA A SAÚDE NO BRASIL

Próximo de completar 1 ano da sua criação, o que, efetivamente, mudou na saúde pública no Brasil, a partir da criação do programa "Mais Médicos" ? Além de direcionar cerca de 14.000 médicos  a áreas carentes e periferia de grandes cidades, havia a promessa de reformas estruturais. Óbvio, e isso não se discute, que a presença do médico em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), é muito importante. Óbvio, também, que, só isso, não é suficiente. Ao anunciar o Programa, o então Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, também, o investimento de R$7,4 bilhões em infraestrutura, além da construção de 818 hospitais, 601 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), 6 mil UBSs (Unidade Básica de Saúde) e 15.977 postos de saúde. Às vésperas de completar 1 ano desde esta promessa, contabilizamos apenas 9% das UBS's concretizadas, 3% das UPA's, e, apesar de mais de 60% dos Hospitais Públicos estarem superlotados, sucateados e passando por grandes dificuldades financeiras, menos de 10% do prometido foi realizado. Menos de 11% das ações em saneamento básico foram, efetivamente, realizadas. E sabemos que o saneamento básico é importantíssima ação de prevenção em atenção básica na saúde. A cada 1 real que se investe em saneamento, economiza-se 4 reais em saúde pública. Soma-se à estrutura hospitalar extremamente deficitária, a demora em se conseguir exames e tratamentos em alta complexidade. Pacientes esperam meses para conseguir iniciar seu tratamento de câncer ( apesar da Lei que diz que o mesmo deve se iniciar em , no máximo, 60 dias ), o que complica muito seu prognóstico, pacientes conseguem medicamentos caros, somente, através de intervenção judicial, isso sem contar o velho e conhecido problema da demora de anos de espera em cirurgias eletivas e exames simples ( como ultrassom, tomografias, ressonância,...). A valorização da tabela SUS, que atrairia mais profissionais para atender pelo SUS, e melhoraria, sobremaneira, a saúde financeira dos Hospitais Públicos. Minha análise, é que o programa, na íntegra, é bom, mas, como tudo no Brasil, mais da metade fica somente na promessa, mal sai do papel. Entre o discurso e a ação, há uma distância abissal. E, principalmente, em saúde pública, a ação é fundamental, tirar do papel e colocar em prática é o que mais importa, o que, efetivamente, vai melhorar a atenção à saúde da população de uma maneira geral, sem enganações. A grande maioria das pessoas precisa que esses serviços funcionem adequadamente, pois, dele depende sua saúde, sua produtividade. Poucos têm acesso ao Albert Einstein, ao Sírio-Libanês, e por aí vai. É necessário mais ação e menos enrolação. Vamos aguardar o segundo aniversário do Programa e torcer para que esta estatística, para o bem de todos, tenha mudado, radicalmente, para melhor.